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Relatório aponta que 2023 será o ano da virada do 5G

Teste compara velocidades de download e upload entre celulares conectados a rede 5G e 4G - Rodrigo Trindade/UOL
Teste compara velocidades de download e upload entre celulares conectados a rede 5G e 4G Imagem: Rodrigo Trindade/UOL

Do TAB, em São Paulo

02/07/2019 13h31

O 5G já existe, mas o dilúvio de velocidade e informação prometido pela quinta quinta geração de banda larga sem fio ainda está mais para um gotejamento. E isso deve levar mais cinco anos de espera. Um novo relatório da Canalys cravou 2023 como o ano de virada dessa realidade.

Segundo a companhia de análise do setor de tecnologia, somente daqui a cinco anos a quantidade de smartphones com suporte a 5G vão ultrapassar o 4G, que começa a experimentar uma queda ainda este ano.

Até lá, estima-se que 800 milhões de unidades de smartphones 5G cheguem ao mercado neste período, com 52,4% de participação no mercado. Deste número, a China deve responder por 34% do total, e a América do Norte com 18,8%.

A vice-presidente da Canalys, Nicole Peng, conta que a China abriga grande porcentagem das empresas fabricantes de equipamentos 5G, assim como smartphones, e que elas devem apostar em uma campanha de marketing ainda mais agressiva nos próximos anos.

"Mas a adoção em massa dos smartphones 5G não significa necessariamente uma implementação 5G bem-sucedida. A implementação completa do 5G levará muito mais tempo e será muito mais complexa do que a geração de rede anterior para poder aproveitar dos benefícios do 5G", conta.

Somente quando esse jogo virar é que possivelmente os brasileiros possam experimentar uma versão do 4G mais rápida e capaz de redes de conexão mais vastas.

Ainda há um passo importante a ser tomado pela Anatel: o leilão das frequências para o 5G e as faixas de acesso. Apenas com o leilão concluído, operadoras devem finalmente começar a trabalhar em redes 5G.

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